Às vezes estranho meu nome.
Acho que sou uma farsa, um lobo em pele de coelho ou sei lá.
Às vezes estranho só as sílabas nele, depois acho normal.
Talvez minha referência desapareça por uns segundos e eu soe o que nem sei e eu seja o que nem sou.
Um vácuo no espaço, uma sensação de que tudo pode, de que tudo tem vez, de que o certo é incerto por soar diferente.
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